No domingo, dia 17 de novembro, aconteceu na Matriz Sagrada Família, a Santa Missa do 33º Domingo do Tempo Comum. Neste dia, também, a paróquia se alegrou pela passagem do aniversário natalício do Pe. Marconi Nunes Lira, msf, que está de férias.
Padre Laurindo Aguiar, msf presidiu a celebração eucarística e assim comentou em sua homilia:
“Temos escutado nestes dias a Palavra de Deus, e as perguntas que vêm na Liturgia: ‘Quando acontecerá o Reino de Deus?’, ‘Quando o Reino de Deus vai se manifestar?’. E a pergunta também: ‘Em que lugar?’ Hoje, a Palavra de Deus, também nos oferece a leitura semelhante, nos fala da perspectiva da segunda vinda de Jesus. Nós sabemos que a primeira vinda de Jesus foi a encarnação do Verbo. A promessa que Deus havia feito ao povo que enviaria o Messias, o Salvador, e nós como Igreja celebramos, a primeira vinda de Jesus que é a sua encarnação. Jesus se encarnou uma vez por todas.”
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“E aqui a Liturgia nos apresenta a segunda vinda de Jesus como um juízo universal. E diante deste juízo universal, seria para julgar todos nos fins dos tempos, também nesta perspectiva do juízo individual, pessoal. Nessa perspectiva dos finais dos tempos, do nosso fim último, da parusia, da escatologia. Jesus nos apresentando, diante dos contextos das situações da vida, ele vem para salvar, ele vem para inaugurar um novo tempo, ele vem para reunir os eleitos de Deus. Começa dizendo para nós que ‘Depois da grande tribulação, o sol vai se escurecer, a lua não brilhará mais. As estrelas começarão a cair do céu. E as forças do céu serão abaladas.’ Falando para nós que esta realidade, este mundo será marcado por situações que poderão e tendem a abalar as estruturas, a nossa vida, até a nossa fé, a nossa esperança. Grande tribulação. Até a questão dos fenômenos naturais, ou não. Temos vivenciado situações que tem nos levado à tribulações, angústias, em tempos que estamos vivendo tantas tribulações advindas de várias situações da vida.”
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“As crises climáticas, cada vez mais fenômenos repetidos, de tsunamis, furacões, e tantos outros nomes que a gente escuta todos os dias aqui no Brasil, mais na região do Sul, alguns fenômenos que têm se repetido. Estados Unidos, Europa e outras partes do mundo. Acabamos de sair de uma situação de isolamento, de tantas mortes, angústias, medo, que foi a pandemia. Que gerou tanta ansiedade, tanta mudança de comportamento, de estilo de vida na sociedade. Tantos outros tipos de doenças que afligem nossa vida. Guerras para todo lado. Violência, o medo de sair de casa, o medo de ser morto, a violência que toma conta do mundo por meio de divisões e assim por diante. E diante de tudo isso, muitos irmãos dizem: ‘Jesus está voltando.’ Muitos pregando uma visão que Jesus vem para julgar e é eminente essa vinda de Jesus. Talvez fazendo uma interpretação de uma outra forma da segunda vinda de Jesus. O próprio Jesus vai dizer que tudo isso tem que acontecer. Tudo isso revela a escuridão que o mundo está marcado. A situação de trevas. Se o sol não mais brilhar, vai se tornar impossível, neste sentido, a realidade da permanência da vida. Só há vida, se há luz. Para que a vida, nasça, floresça e cresça. Então vivemos neste contexto, pegando a Palavra de Deus, situações que, às vezes, se não tivermos de fato a fé, tendemos a desesperar.(…) O Senhor nos convida à fidelidade, o Senhor nos convida à vigilância, o Senhor nos convida a continuar comungando do amor e da verdade que ele instaurou.”
Ao final da Santa Missa, Padre Laurindo cantou os parabéns para os aniversariantes. Avisou-se sobre a Santa Missa de Crisma presidida pelo bispo D. Geraldo, às 19h, na Matriz, no próximo sábado. E também, que já está disponível o Livro da Novena de Natal na secretaria da paróquia.
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Texto e foto: Alisson Faria / PasCom Sagrada Família